Entre outras cositas, fomos num concerto de Afro Rap no CCF. A Anne nos convidou e nos apresentou dois amigos franceses que estão trabalhando aqui: o Mathias e a Marion. A Anne trabalha nesse centro organizando os eventos culturais e ajudando os artistas da região. O grupo chama Kdjorba e nós gostamos do som deles, principalmente dos instrumentos africanos que não lembramos o nome. Foi legal! As letras das músicas falam de corrupção, violência doméstica, saúde, família, trabalho infantil e hipocrisia dos projetos de desenvolvimento... conhecemos esse quadro né? Infelizmente.
O trechinho abaixo é de uma música sobre o respeito com as crianças, deu nó na garganta!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Burkina NTIC - 3° dia
Hoje foi um dia de muitas informações e contato com os burquinabeses!
O Pierre saiu cedo para Dédougou. De manhã veio em casa a moça que vem lavar a roupa deles com a sua bebê (8 meses) e a sua irmã mais nova (uns 13 anos). Quando a Justine (mãe) trocou a fralda da Francesca, percebi que ela tinha uma cordinha de palha na cintura, como se fosse um cinto. Justine explicou que essa corda é colocada nos bebês assim que eles nascem e eles usam durante todo o período que estão amamentando. Se entendi bem (porque às vezes é difícil entender o francês deles) o cordão é usado para que o ciclo menstrual da mãe volte ao normal e o seu organismo funcione bem enquanto ela amamenta sem perder muita força.
Fomos no CCF - Centro Cultural Francês - encontrar o Florent, o Will e o Richard para entregar os presentes que a Fany pediu (colega do trabalho do Eric que morou aqui 2 anos). Foi um papo muito legal e eles foram muito simpáticos com a gente, acho que vamos nos encontrar mais vezes quando estivermos aqui em Ouaga.
No final da tarde tivemos um encontro com o Professor Silvestre, ele trabalha na Universidade de Ouagadoudou e é o coordenador do Burkina-NTIC, um portal sobre o uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação em Agricultura, Meio Ambiente, Saúde, Educação, etc. Nos encontramos num posto de gasolina e ele nos levou para a sede de carro. Nos reunimos com ele e a Roukiahou, que deve ser a secretária dele. Foi um papo muito bom, ele deu importantes dicas para o Eric, falou um pouco de sua experiência e se colocou totalmente à disposição para ajudá-lo. Além de ser professor universitário, ele está muito bem informado sobre a realidade dos agricultores e recebe muitos pesquisadores de fora, isto é, uma pessoa que pode ajudar muito no trabalho que viemos fazer. Ele é muito simpático, acessível e sem vaidades. Eric estava um pouco tenso antes dessa reunião mas a conversa fluiu muito bem com ele. Nos sentimos tão à vontade que eu também aproveitei a ocasião para falar do meu trabalho e que gostaria de ajudar em alguma coisa. O retorno foi mais que positivo, ele me convidou para fazer oficinas com os professores sobre a minha experiência de uso das TIC e me convidou para participar da lista de discussão deles. Ele nos passou o contato de pessoas interessantes tanto para o trabalho do Eric quanto para o meu e nos apresentou para o professor que coordena os trabalhos sobre educação do portal. Enfim, fomos muito bem recebidos e sentimos que as portas realmente estão abertas para trocarmos experiências.
Foi um dia de muita informação e descoberta. Aprendemos um pouquinho mais cada vez que conversamos com alguém daqui, uma simples resposta já nos dá um "sacode", acho que temos muito o que aprender com esse povo, mais do que eles poderiam conosco! As pessoas são muito simples e acessíveis.
Algumas do dia: o professor foi nos buscar no posto de gasolina com o carro dele, um carro antigo que estava sem o banco de trás. Ele disse que ia chamar alguém pra vir buscar o Eric e ele me levava de carro; falamos que não era necessário e ele deu um jeito para o Eric sentar. Mas, à noite, quando saímos da sede tinha um rapazinho colocando o banco no carro. Tenho pra mim que enquanto conversávamos com os outros professores ele providenciou o banco para nos deixar em casa e nos deixou bem na porta! Demais né?
No papo de volta pra casa ele nos explicou como funcionam os táxis aqui. Não tem outra forma para andarmos por aqui e não é fácil! Os motoristas perguntam para onde vamos, alguns dizem simplesmente que não vão nos levar e outros cobram muito caro e isso às vezes depende se pegam estrada de terra ou não. O Professor Silvetre nos explicou que para o serviço ficar mais barato, Ouaga foi dividida em eixos e que os táxis fazem caminhos específicos dentro desses eixos, como uma linha de ônibus. Por isso, eles vão parando até encher o carro, podem recusar de te levar e cobram preços diferentes... para nós brancos geralmente é mais caro, temos que negociar o tempo todo com eles.
Hoje, enquanto esperávamos um táxi demos uma caixa de chiclete para um garotinho, não tinham muitos mas ele ficou contente, abriu a caixa e mordeu só um pedacinho! Umas crianças também vieram pedir para tirar fotos delas, felizes da vida!
O Pierre saiu cedo para Dédougou. De manhã veio em casa a moça que vem lavar a roupa deles com a sua bebê (8 meses) e a sua irmã mais nova (uns 13 anos). Quando a Justine (mãe) trocou a fralda da Francesca, percebi que ela tinha uma cordinha de palha na cintura, como se fosse um cinto. Justine explicou que essa corda é colocada nos bebês assim que eles nascem e eles usam durante todo o período que estão amamentando. Se entendi bem (porque às vezes é difícil entender o francês deles) o cordão é usado para que o ciclo menstrual da mãe volte ao normal e o seu organismo funcione bem enquanto ela amamenta sem perder muita força.
Fomos no CCF - Centro Cultural Francês - encontrar o Florent, o Will e o Richard para entregar os presentes que a Fany pediu (colega do trabalho do Eric que morou aqui 2 anos). Foi um papo muito legal e eles foram muito simpáticos com a gente, acho que vamos nos encontrar mais vezes quando estivermos aqui em Ouaga.
No final da tarde tivemos um encontro com o Professor Silvestre, ele trabalha na Universidade de Ouagadoudou e é o coordenador do Burkina-NTIC, um portal sobre o uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação em Agricultura, Meio Ambiente, Saúde, Educação, etc. Nos encontramos num posto de gasolina e ele nos levou para a sede de carro. Nos reunimos com ele e a Roukiahou, que deve ser a secretária dele. Foi um papo muito bom, ele deu importantes dicas para o Eric, falou um pouco de sua experiência e se colocou totalmente à disposição para ajudá-lo. Além de ser professor universitário, ele está muito bem informado sobre a realidade dos agricultores e recebe muitos pesquisadores de fora, isto é, uma pessoa que pode ajudar muito no trabalho que viemos fazer. Ele é muito simpático, acessível e sem vaidades. Eric estava um pouco tenso antes dessa reunião mas a conversa fluiu muito bem com ele. Nos sentimos tão à vontade que eu também aproveitei a ocasião para falar do meu trabalho e que gostaria de ajudar em alguma coisa. O retorno foi mais que positivo, ele me convidou para fazer oficinas com os professores sobre a minha experiência de uso das TIC e me convidou para participar da lista de discussão deles. Ele nos passou o contato de pessoas interessantes tanto para o trabalho do Eric quanto para o meu e nos apresentou para o professor que coordena os trabalhos sobre educação do portal. Enfim, fomos muito bem recebidos e sentimos que as portas realmente estão abertas para trocarmos experiências.
Foi um dia de muita informação e descoberta. Aprendemos um pouquinho mais cada vez que conversamos com alguém daqui, uma simples resposta já nos dá um "sacode", acho que temos muito o que aprender com esse povo, mais do que eles poderiam conosco! As pessoas são muito simples e acessíveis.
Algumas do dia: o professor foi nos buscar no posto de gasolina com o carro dele, um carro antigo que estava sem o banco de trás. Ele disse que ia chamar alguém pra vir buscar o Eric e ele me levava de carro; falamos que não era necessário e ele deu um jeito para o Eric sentar. Mas, à noite, quando saímos da sede tinha um rapazinho colocando o banco no carro. Tenho pra mim que enquanto conversávamos com os outros professores ele providenciou o banco para nos deixar em casa e nos deixou bem na porta! Demais né?
No papo de volta pra casa ele nos explicou como funcionam os táxis aqui. Não tem outra forma para andarmos por aqui e não é fácil! Os motoristas perguntam para onde vamos, alguns dizem simplesmente que não vão nos levar e outros cobram muito caro e isso às vezes depende se pegam estrada de terra ou não. O Professor Silvetre nos explicou que para o serviço ficar mais barato, Ouaga foi dividida em eixos e que os táxis fazem caminhos específicos dentro desses eixos, como uma linha de ônibus. Por isso, eles vão parando até encher o carro, podem recusar de te levar e cobram preços diferentes... para nós brancos geralmente é mais caro, temos que negociar o tempo todo com eles.
Hoje, enquanto esperávamos um táxi demos uma caixa de chiclete para um garotinho, não tinham muitos mas ele ficou contente, abriu a caixa e mordeu só um pedacinho! Umas crianças também vieram pedir para tirar fotos delas, felizes da vida!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Riz gras, Telecel e Albatroz - 2° dia
Também choveu bastante de manhã. Pierre e Anne saíram para trabalhar e nós ficamos dormindo, dormimos muuito bem com o barulho e o frescor da chuva! Saímos com a Anne e com o Pierre para almoçar perto de casa, num restaurante senegalês. O nosso primeiro prato foi o "riz gras", um prato à base de arroz (riz) e com molho de legumes e peixe. Não tivemos alternativa de pratos vegetarianos e então separamos o peixe. O restaurante é bem simples e a comida também.
Voltamos para casa, ajudamos a escoar um pouco a água da varanda, o sol já estava voltando e em poucas horas tudo já estava seco. A tarde saímos para resolver coisas práticas, Eric foi na garupa do Pierre e eu na da Annne, eles foram trabalhar e nós andamos pelo centro da cidade e compramos nosso chip de celular na operadora Telecel, nossos números são:
Ju: (00 XX 226) 78 71 30 24
Eric: (00 XX 226) 78 71 30 25
O povo na rua é bem simpático, as pessoas se cumprimentam, brincam e não tem como passar despercebidos. Nós somos os "nasaras" (os brancos), alguns gritam "bonjour nasara", outros "Sarkozy ou Obama?" ... enfim... nós 4 juntos então chamamos atenção!
A cidade tem mais infra-estrutura do que pensávamos. Tem bastante carros nas ruas, algumas são asfaltadas, tem hotéis, lojas, etc. até fomos na Oficina de Turismo! Vimos bastante meninos e rapazes com a camisa da seleção brasileira. Tem muita moto/mobilete na rua e as mulheres dirigem bastante por aqui!
Tem um menininho aqui que é nosso vizinho, ele fica no muro quando estamos em casa e de manhã e a tarde ele veio falar com a gente. Perguntamos o nome dele mas não nos entendemos muito, parece que ele não entende francês ainda e nós não entendemos o Mooré (língua local da região de Ouaga).
Andamos um bocado, mas não tiramos fotos, estamos "descansando" e ainda sentindo o clima. Passamos por exemplo por prédios administrativos/públicos (Assembléia Nacional, residência presidencial, etc) mas nós não pudemos tirar fotos, os guardas ficam em cima. Voltamos para casa de táxi, eles são verdes e bastante "usados", isto é, todos caindo aos cacos, "taxímetro" nem pensar! O cara levou a gente até o limite do asfalto e disse que para pegar as ruas de terra era mais caro ... andamos mais um pouquinho então! Sem contar que no meio da corrida ele parou para as pessoas que faziam sinal, para saber se elas queriam fazer o mesmo trajeto.
Depois que a Anne chegou em casa, à noite, fomos jantar no Albatroz! Um restô muito bonitinho, comemos no jardim e até tinha vela na mesa com direito a espanta mosquito e tudo. A descoberta foi o Aloco uma espécie de banana frita e arroz com abacaxi! Muito bom!!!
Bem! Boa noite!
Voltamos para casa, ajudamos a escoar um pouco a água da varanda, o sol já estava voltando e em poucas horas tudo já estava seco. A tarde saímos para resolver coisas práticas, Eric foi na garupa do Pierre e eu na da Annne, eles foram trabalhar e nós andamos pelo centro da cidade e compramos nosso chip de celular na operadora Telecel, nossos números são:
Ju: (00 XX 226) 78 71 30 24
Eric: (00 XX 226) 78 71 30 25
O povo na rua é bem simpático, as pessoas se cumprimentam, brincam e não tem como passar despercebidos. Nós somos os "nasaras" (os brancos), alguns gritam "bonjour nasara", outros "Sarkozy ou Obama?" ... enfim... nós 4 juntos então chamamos atenção!
A cidade tem mais infra-estrutura do que pensávamos. Tem bastante carros nas ruas, algumas são asfaltadas, tem hotéis, lojas, etc. até fomos na Oficina de Turismo! Vimos bastante meninos e rapazes com a camisa da seleção brasileira. Tem muita moto/mobilete na rua e as mulheres dirigem bastante por aqui!
Tem um menininho aqui que é nosso vizinho, ele fica no muro quando estamos em casa e de manhã e a tarde ele veio falar com a gente. Perguntamos o nome dele mas não nos entendemos muito, parece que ele não entende francês ainda e nós não entendemos o Mooré (língua local da região de Ouaga).
Andamos um bocado, mas não tiramos fotos, estamos "descansando" e ainda sentindo o clima. Passamos por exemplo por prédios administrativos/públicos (Assembléia Nacional, residência presidencial, etc) mas nós não pudemos tirar fotos, os guardas ficam em cima. Voltamos para casa de táxi, eles são verdes e bastante "usados", isto é, todos caindo aos cacos, "taxímetro" nem pensar! O cara levou a gente até o limite do asfalto e disse que para pegar as ruas de terra era mais caro ... andamos mais um pouquinho então! Sem contar que no meio da corrida ele parou para as pessoas que faziam sinal, para saber se elas queriam fazer o mesmo trajeto.
Depois que a Anne chegou em casa, à noite, fomos jantar no Albatroz! Um restô muito bonitinho, comemos no jardim e até tinha vela na mesa com direito a espanta mosquito e tudo. A descoberta foi o Aloco uma espécie de banana frita e arroz com abacaxi! Muito bom!!!
Bem! Boa noite!
terça-feira, 7 de julho de 2009
O cesto de Djerba - 1° dia
O cesto de Djerba é de palha e ele resume bem nossa saida de Paris! Quando o taxi chegou de manhã cedo para nos buscar o cesto ainda estava cheio de coisas que deveriam entrar nas malas, mas não cabia mais nada! Não deu tempo de procurar espaço e então fomos com ele cheio inclusive com o nosso café da manhã para o aeroporto! Chegamos com tempo e fomos pesar as malas e, como era de se esperar, elas estavam acima do peso permitido. Então compramos mais uma mala na hora e coube tudo!
A viagem foi tranquila, também, depois dos dias seguidos de correria so' deu para dormir quase o tempo todo! Tivemos uma parada em Niamey, capital de Niger, e chegamos em Ouagadougou por volta das 16h com 37° na sombra! Bem, ainda na fila da Policia um brasileiro escutou
a gente falando em Português, um senhor que trabalha na Embraer em Paris. Ele ficou meio espantado quando contamos que vamos ficar por 6 meses! Ele veio para reuniões e volta na quinta-feira. Foi engraçado, até em Burkina Faso encontramos brasileiros!
O Pierre (francês que esta' fazendo um trabalho para a Farm) ja' estava la' esperando a gente, ele foi muito legal! Na saida, apareceram de repente uns 5 caras oferecendo ajuda, vendendo chip de celular, brinquedinhos, pedindo dinheiro, a caneta, etc. Pegamos um taxi totalmente fora do padrão: mala na frente e atras e "vambora"! Para-brisa todo rachado, algumas emendas nos bancos e muita poeira! O Pierre foi na frente de moto. O trabalho dele é em Dédougou mas ele vem para Ouga por causa da Anne, sua namorida. Nos vamos ficar na casa deles aqui em Ouaga.
No trajeto do aeroporto para casa ja' deu pra sentir um pouco onde estamos, passamos por uma avenida grande e nela vende-se de tudo: fruta, milho, carne (sim, vimos uns homenes com pedaços de carne dentro de caixas de papelão), toalha de banho, etc. Vimos mulheres e crianças carrengando bacias na cabeça, cachorro, galinha, cabra, etc. Depois de deixar as malas nos sentamos um pouco na varanda para conversar. Pierre saiu porque tinha um compromisso com a Anne e nós ficamos dormindo. Acordamos com a chuva, mas é C H U V A, não chuva, chuva mesmo, chuvaaaaaa, pensamos que a casa ia desmontar com a ventania, ficamos um tempinho sem luz, mas ela vem e volta.
Pierre e Anne chegaram por volta das 21h ensopados e por causa da chuva decidimos comer em casa e depois de mais um papo fomos dormir bem cansados!
Dizem que se chove no dia em que chegamos é bom, traz boa sorte, quer dizer que estamos trazendo "coisa boa", agua, comida, frescor :)
A viagem foi tranquila, também, depois dos dias seguidos de correria so' deu para dormir quase o tempo todo! Tivemos uma parada em Niamey, capital de Niger, e chegamos em Ouagadougou por volta das 16h com 37° na sombra! Bem, ainda na fila da Policia um brasileiro escutou
a gente falando em Português, um senhor que trabalha na Embraer em Paris. Ele ficou meio espantado quando contamos que vamos ficar por 6 meses! Ele veio para reuniões e volta na quinta-feira. Foi engraçado, até em Burkina Faso encontramos brasileiros!
O Pierre (francês que esta' fazendo um trabalho para a Farm) ja' estava la' esperando a gente, ele foi muito legal! Na saida, apareceram de repente uns 5 caras oferecendo ajuda, vendendo chip de celular, brinquedinhos, pedindo dinheiro, a caneta, etc. Pegamos um taxi totalmente fora do padrão: mala na frente e atras e "vambora"! Para-brisa todo rachado, algumas emendas nos bancos e muita poeira! O Pierre foi na frente de moto. O trabalho dele é em Dédougou mas ele vem para Ouga por causa da Anne, sua namorida. Nos vamos ficar na casa deles aqui em Ouaga.
No trajeto do aeroporto para casa ja' deu pra sentir um pouco onde estamos, passamos por uma avenida grande e nela vende-se de tudo: fruta, milho, carne (sim, vimos uns homenes com pedaços de carne dentro de caixas de papelão), toalha de banho, etc. Vimos mulheres e crianças carrengando bacias na cabeça, cachorro, galinha, cabra, etc. Depois de deixar as malas nos sentamos um pouco na varanda para conversar. Pierre saiu porque tinha um compromisso com a Anne e nós ficamos dormindo. Acordamos com a chuva, mas é C H U V A, não chuva, chuva mesmo, chuvaaaaaa, pensamos que a casa ia desmontar com a ventania, ficamos um tempinho sem luz, mas ela vem e volta.
Pierre e Anne chegaram por volta das 21h ensopados e por causa da chuva decidimos comer em casa e depois de mais um papo fomos dormir bem cansados!
Dizem que se chove no dia em que chegamos é bom, traz boa sorte, quer dizer que estamos trazendo "coisa boa", agua, comida, frescor :)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Hora do embarque!
Pessoal,
No dia 7 de julho vamos embarcar para Burkina Faso!
Burkina Faso? Sim, Burkina Faso! "O país do homem íntegro"
Por quanto tempo? De julho a dezembro deste ano, 2009.
O que vamos fazer lá? Eric vai fazer o trabalho de campo da sua tese de doutorado. Ele quer saber como os agricultores utilizam as tecnologias, principalmente o telefone celular, para desenvolverem e venderem seus produtos (milho, sorgo, etc.). Para isso ele precisa se integrar nessa sociedade, tirar muitas fotos, filmar e fazer entrevistas. A Ju vai acompanhar e ajudar o Eric a desbravar este mundo, vai continuar com seus projetos a distância e muito em breve encontrará um projeto bem legal na área da Educação para fazer um voluntariado.
Onde vamos morar? Não vamos morar na capital -Ouagadougou, mas sim em Dédougou, que fica a 250 Km de Ouaga.
Faz calor? Sim! Vamos pegar o período das chuvas tropicais, deve ficar mais fresco!
Bem, por enquanto o que temos para contar é isso. Na medida em que as coisas forem acontecendo vamos anotando aqui, de preferência todo dia! E, então, se quiserem saber da gente visitem nosso diário!
Beijos nossos e obrigado a todos pelo carinho e votos de sucesso!
No dia 7 de julho vamos embarcar para Burkina Faso!
Burkina Faso? Sim, Burkina Faso! "O país do homem íntegro"
Por quanto tempo? De julho a dezembro deste ano, 2009.
O que vamos fazer lá? Eric vai fazer o trabalho de campo da sua tese de doutorado. Ele quer saber como os agricultores utilizam as tecnologias, principalmente o telefone celular, para desenvolverem e venderem seus produtos (milho, sorgo, etc.). Para isso ele precisa se integrar nessa sociedade, tirar muitas fotos, filmar e fazer entrevistas. A Ju vai acompanhar e ajudar o Eric a desbravar este mundo, vai continuar com seus projetos a distância e muito em breve encontrará um projeto bem legal na área da Educação para fazer um voluntariado.
Onde vamos morar? Não vamos morar na capital -Ouagadougou, mas sim em Dédougou, que fica a 250 Km de Ouaga.
Faz calor? Sim! Vamos pegar o período das chuvas tropicais, deve ficar mais fresco!
Bem, por enquanto o que temos para contar é isso. Na medida em que as coisas forem acontecendo vamos anotando aqui, de preferência todo dia! E, então, se quiserem saber da gente visitem nosso diário!
Beijos nossos e obrigado a todos pelo carinho e votos de sucesso!
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